Ó Porto! #Dia 2/3

Ó Porto, realmente tu encantas qualquer um. És genuíno e é essa qualidade que te torna único. És simples e ao mesmo tempo tão rico. Olhar para as tuas ruas faz-nos sentir em casa, que te pertencemos.

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Rua abaixo lá fomos nós, com a pica toda. Ou não, porque o dia anterior tinha sido cansativo e terminámos a noite/madrugada nos copos na Rua das Galerias de Paris.

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Demos um pulinho à Igreja da Santíssima Trindade, do século XIX (na fotografia de cima) e logo de seguida à famosa Avenida dos Aliados.

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O actual edifício da Câmara Municipal do Porto, em Portugal, foi projectado pelo Arquiteto Correia da Silva e começou a ser construído em 1920, após a aprovação do plano de expansão daquela zona da cidade.

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E claro que ninguém tem dúvidas de que é a Avenida mais emblemática – o coração da cidade do Porto. Cada edifício mais bonito do que o outro. À noite fica igualmente bonita e  vistosa. As suas fachadas são imponentes e requintadas, já que outrora (e ainda permanecendo algumas) as sedes bancárias do país e várias outras instituições financeiras e do governo aqui se instalaram.

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E sabem a origem do nome de Avenida dos Aliados? Recebeu este nome, em referência aos países aliados durante a I Guerra Mundial.

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Não tínhamos pressa.  Por nós aqueles dias não terminariam e ainda hoje estaríamos no Porto, a passear, rua a cima, rua a baixo. Mas como a curiosidade apertava sobre uma data de sítios e o tempo curto, acelerámos o passo. Seguimos directos para o ícone da cidade – os Clérigos.

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“O conjunto arquitetónico Clérigos, classificado Monumento Nacional desde 1910, é pela sua Igreja e pela sua Torre, um dos principais pontos de interesse, e local de visita obrigatória para todos os que visitam a cidade do Porto. A igreja e a Torre integram uma edificação do século XVIII, de inspiração barroca, que marcou a configuração urbana da cidade, localizada numa rua desnivelada, mas genialmente aproveitada por Nicolau Nasoni, que conseguiu criar um edifício de referência. Estão unidas pela Casa da Irmandade, que desde 2014, após a sua musealização, está aberta ao público.” (texto retirado de Torre dos Clérigos)

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Mas a vista é que vale bem a pena. E agora vamos-vos encher com fotografias do topo da torre, para terem muita vontade de ir ou ainda mais!
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IMG_4291 (2)(Vista para a Sé)
A Torre dos Clérigos mudou para sempre o horizonte da cidade do Porto. Foi palco de inúmeras histórias relacionadas com a cidade e está muito presente no quotidiano dos seus habitantes.
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Devido à sua altura, 76 metros mais precisamente, e por ser avistada a cerca de 50 Km do mar, esta torre serviu também de marco às embarcações que entravam na barra do rio Douro.
IMG_4353 (2)(Vista para os Aliados)

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Não será preciso dizer que têm que ter boa perna para subir até ao topo, certo? 270 degraus, parece-vos bem? Boas pernas e 4€, se faz favor.

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O que veio de seguida? A famosa livraria Lello & Irmão, claro! E outra fila de gente que dava a volta ao quarteirão, mesmo indo à hora de almoço como nos foi aconselhado.

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“A história da livraria Lello é também a história dos irmãos Lello que em 1906 abrem a livraria. José e António Lello nasceram na Casa de Ramadas, freguesia de Fontes, em Santa Marta de Penaguião, filhos de um proprietário rural. José Lello é o primeiro a vir para o Porto. Homem de cultura, amante da leitura, dos livros e da música sonha tornar-se livreiro, o que vem a acontecer com a abertura da primeira livraria e editora em 1881 com o seu cunhado. Após o falecimento deste, José Lello constitui a sociedade José Pinto de Sousa Lello & Irmão, com o irmão António Lello, 9 anos mais novo.” (texto retirado de Livraria Lello)

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Esta ambiciosa ampliação da Lello e Irmãos precisava de ser acompanhada por um edifício condizente com a renovada importância no sector. A livraria da Rua das Carmelitas é então projectada pelo engenheiro Francisco Xavier Esteves. (Engenheiro? E o arquitecto!?)

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Atenção, os bilhetes são adquiridos na loja ao lado, do mesmo dono. Custam 4€ e transforma-se em vale de desconto em livros.

Se vale a pena ir? Uma vez na vida sim. A confusão é muita, está carregadissímo de turistas e nem se consegue ver o que realmente interessa – os livros.

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Seguimos para o almoço, que não foi fácil a escolha. Optámos por algo nada habitual para o Sérgio – vegetariano – Da Terra. E não é que gostou?

IMG_4437 (2)4A street art do porto arrasa (no bem sentido claro), onde até as caixas de electricidade da Rua das Flores e do Largo de São Domingos foram intervencionadas. A arte ficou a cargo de vários artistas urbanos (de Costah, a Hazul, passando por Godmess x Sem e Bug Bolito) sendo que há muitas piadas e expressões típicas do Porto.

IMG_4427 (2)Berri Blue, cusquem o site do autor

Antes de irmos para o Porto, comprámos atempadamente vouchers da Odisseias para um passeio de barco pelo Douro, que passava pelas suas 6 pontes: Ponte da Arrábida, Ponte Luis I, Ponte Infante D. Henrique, Ponte Maria Pia, Ponte São João e, por fim, a Ponte do Freixo. Custou 17,90€ para os dois, com a empresa Tomaz do Douro. E como podem constatar, vale bem mais a pena comprarem o voucher, que vale como bilhete. Comprando na hora irão pagar 15€ por cada pessoa.

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O barco parte do Cais da Ribeira, basta procurarem a bandeirola da empresa que escolheram. São dezenas de ofertas pelas margens. E vale muito a pena. Foram 50 minutos fantásticos, que éramos capazes de repetir. As duas cidades ficam ainda mais belas vistas do rio. Babem-se com as fotografias …

IMG_4522 (2)5IMG_4491 (2)6.jpgIMG_4580 (2)

Passou num instante. Continuámos em direcção à Ponte Luís I, mas era hora do lanche e estava calor. Resposta óbvia: um gelado. E onde? Na gelataria Sincelo, recomendada por amiga nossa. (A gelataria e mais de metade do nosso roteiro!) E são realmente divinais.

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Atravessámos a ponte pelo tabuleiro inferior e depois regressámos pelo superior. Fomos até Vila Nova de Gaia, para ter a famosa vista sobre a cidade do Porto e para dar uma espreita ao Miradouro da Igreja da Serra do Pilar.

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Sabiam que a ponte Luís I foi construída como oferenda ao Rei Luís I? Foi baptizada como Ponte D. Luís I, em sua honra. Na altura da sua inauguração, em 1886, o rei não compareceu para dignificar e agradecer a obra-prima. Na verdade, este Rei era conhecido por não “abraçar” o poder real. Como castigo pela sua conduta, a população local rebaptizou a Ponte, ficando apenas Ponte Luís I.

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A melhor vista é daqui, sem sombra de dúvidas. É obrigatória a passagem por aqui. Sublinhamos, obrigatória.

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À noite decidimos desfrutar da casa. Passámos num supermercado e comprámos uma lasanha, uma pizza e um bom vinho. (Comida light portanto.) O que mais poderíamos querer para além da comida e da companhia um do outro?

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Vejam ainda a galeria deste autor, Frederico Draw, que é de cair de c … rabo no chão.

Até ao próximo post,

Sofia & Sérgio

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