Ciao, Milano! # Dia 1/3

A nossa meta era uma viagem por ano. Pois bem, estávamos em Outubro e ainda não tínhamos feito nada internacional. Pesquisámos e era suposto ser algo mais demorado e muito mais longínquo.

Milão foi a nossa escolha. E porquê? Por ser um cidade em que as atracções turísticas se concentram todas na mesma área (andámos praticamente sempre a pé); porque era o destino mais barato para a data que queríamos; por ser na Itália (um dos nossos destinos top 5) e porque só tínhamos 4 dias ( 1 de chegada, 1 de partida e 2 para aproveitar).

Fomos em Dezembro de 2017 e a frequência com que viajamos em Dezembro já nos assusta. Raio, não conseguimos largar o frio?! 

Voámos com a Ryanair e com a senhora turbulência para assustar o Sérgio. 

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Foi fácil ir do Aeroporto de Bergamo (Orio al Serio) até Milão, mas a duração da viagem ainda é significativa, preparem-se. Estão a cerca de 45 km do centro de Milão e vão demorar 1 hora a chegar à Estação Central de Milão.

Nós fomos de Autocarro pela companhia Terravision (são uns autocarros super rosa choque). No aeroporto estão mesmo junto à porta de desembarque e param na Estação Central de Milão. Podem comprar os bilhetes no próprio autocarro (5€ cada viagem/pessoa), mas nós comprámos online e ficou por 18€ (2 pessoas ida e volta).

Atenção: os autocarros têm horários mas só partem quando estão cheios. Ou seja, ou enchem muito rápido ou então custam a encher. 

Ficámos alojados no Camplus Guest Turro, uma espécie de residência de estudantes, mas que é um hotel. Era um misto e nem percebemos muito bem o que era. No entanto agradou-nos muito: super limpo, com decoração simples e prática, bom pequeno-almoço, funcionários simpáticos, casa-de-banho privada, metro a 700m, com supermercado à porta. Pontos negativos: a zona era estranha, deslocada do centro isso nós já sabíamos, mas à noite não se via viva alma. Reservámos pelo Booking!

Chegámos e só tivemos tempo de pousar as malas e voar para o restaurante próximo (que a Sofia já se tinha encarregue de dar uma olhada no GoogleMaps) e ir jantar. Pois bem, comemos a melhor pizza aqui – Mama Farina

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O restaurante tinha uma decoração bonita, com cores italianas e alegres, com elementos antigos de cozinha espalhados pelo espaço.

Começámos por uma espécie de batata recheada ou La Fava – Due metà di Patata con buccia ripiene di Gorgonzola, funghi porcini trifolati al profumo Timo.

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E de seguida marcharam as melhores pizzas que comemos até hoje (claro!) e as maiores. Nem queríamos acreditar quando nos disseram que aquilo era só para uma pessoa. Mas foi, não sobrou nadinha.

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MAMMA IMBUFALITA – Polpa di Pomodoro, Mozzarella, Mozzarella di Bufala, Filetti di Pomodoro di Agricoltura Biologica, ‘Nduja di Calabria, Basilico

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MAMMA ORONZA – Mozzarella, Stracciatella di Burrata, Crudo di Parma, Rucola, Funghi

Fomos de barriga bem cheia para o hotel, descansar, preparar as pernas para um grande dia de caminhada e mentalizarmo-nos que íamos comer muito nos próximos dias.

Até ao próximo post,

Sofia & Sérgio

 

 

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